Início
 Revistas 
Livros Usados


Outros Géneros Literários » Diário

Na barca do coração: um diário no ano 2000 e uma colecção de poemas

Casimiro de Brito

Poeta, romancista, contista e ensaísta, nasceu no Algarve em 1938.

O seu primeiro livro surgiu em 1957 (Poemas da solidão imperfeita) e desde então publicou mais 38 livros.

"Poderemos salvar o mundo? O teatro da vida, sobretudo quando o homem entra em cena, é de massacre e de fugazes paraísos.
Este 'diário do ano 2000' - apesar de tudo um livro grato e amável - dá bem conta de todos esses desastres, mas também das pequenas salvações de cada dia".
botao
15.86

Sub Specie Aeternitatis: fragmentos de diário I

Teresa Balté

Com uma escultura de Hein Semke.
botao
11.61

Nos Mares do Fim do Mundo

Bernardo Santareno

 Na história da literatura portuguesa do século XX, este livro é um objecto estranho e raro onde a poesia e a realidade cruzam mãos num cenário onde domina a natureza inóspita que realça o elemento humano.
«Nos Mares do Fim do Mundo foi, em grande parte, escrito a bordo do arrastão "David Melgueiro", na primeira campanha de 1957, a primeira também em que eu servi na frota bacalhoeira portuguesa, como médico. Mas depois desta, tomei parte numa segunda, em 1958, agora a bordo do "Senhora do Mar" e do navio-hospital "Gil Eannes", em que assisti sobretudo aos barcos de pesca à linha: Assim pude de facto conhecer, por vezes intimamente, todos os aspectos da vida dos pescadores bacalhoeiros portugueses, em mares da Terra Nova e da Gronelândia, e completar este livro.»

Esgotado há várias décadas, «Nos mares do fim do mundo» é uma obra única da literatura portuguesa do século XX. Esta edição junta os dois textos inéditos encontrados nos blocos de notas em que Bernardo Santareno anotou estas impressões de viagem e várias fotografias também inéditas do autor embarcado que serão incluídas na edição.

«A partida
Enquanto o «David Melgueiro» se afasta, mais e mais de Lisboa,
eu surpreendo-me com as mãos abertas ao vento,
para nele colher um certo olhar negro e patético,
ou um riso estridente e nervoso que queria ser lágrima,
ou aquele dorido inclinar de cabeça silencioso e resignado,
ou aquele beijo enviado por, alguém que me pede uma estrela como testemunho da aventura,
ou a serenidade hirta e requintada de quem, enquanto o navio se distancia, se acusa por não sentir nada (nem magoa, nem saudade) por mim…
Com as minhas longas mãos abertas ao vento…»
botao
17.90

Cadernos

Vaslav nijinski

botao
20.00

Prisão e Isolamento em Caxias

António Modesto Navarro

 
botao
7.00

Húmus

Raúl Brandão

 
botao
10.60